Programação
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Lançado PHP 5.2.9
Sex, 27 de Fevereiro de 2009 22:01
Por: Erick Belluci Tedeschi

O grupo de desenvolvimento do PHP anunciou ontem a disponibilidade do PHP 5.2.9. Esse release é focado na melhora da estabilidade do PHP série 5.2.X com mais de 50 correções de bugs. Algumas das quais estão relacionadas com segurança. Todos os usuários de PHP são encorajados a fazer upgrade para a nova versão.

Maiores informações sobre o que há de novo nessa versão e o que foi corrigido, veja a nota oficial no site do PHP http://www.php.net/releases/5_2_9.php

 
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RecordSet em ASP 3.0
Sex, 06 de Fevereiro de 2009 01:14
Por: Renato Tarantelli
Como ainda tenho problemas em tratar com o legado, tendo de programar e ou dar manutenção a  aplicações Web em ASP 3.0. Tendo muitas vezes que de desenterrar aqueles artigos escondidos na web quando tendo alguma dúvida.


Um assunto que acredito muitos terem dúvidas, são os métodos de um RecordSet e como e quando utilizar. Irei mostrar aqui de maneira bem simples a funcionalidade de cada um dos métodos de um RecordSet.


CursorLocation

2 : Modo servidor
3 : Modo cliente (acesso mais rapido)

CursorType

0 : Somente leitura (acesso mais rápido)
1 : Não permite visualizar registros incluídos ou excluídos por outros usuários
2 : Exclusões, inclusões e alterações nos registros são visíveis (o mais lento de todos)
3 : Permite somente adicionar um registro, inclusões, alterações e exclusões feitas por outros não são visíveis

LockType

1 : Somente leitura, não permite alterações
2 : Bloqueia os registros na fonte após a edição
3 : Bloqueia os registros somente quando se chama o método “Update”
4 : Requerido quando se usa o modo “Batch Update”

Exemplo de um RecordSet

<%
    SET rsQualquer = Server.CreateObject("ADODB.Recordset")
    rsQualquer.ActiveConnection = Session("String de Conexão")
 
    rsQualquer.CursorLocation = 3
    rsQualquer.CursorType = 0
    rsQualquer.LockType = 1
    strSQL = "SELECT * FROM tabela"
    rsQualquer.source = strSQL
    rsQualquer.Open()
 
    rsQualquer.close()
    SET rsQualquer = NOTHING
%>
 
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Seja OpenSource mostre seu código
Sáb, 31 de Janeiro de 2009 20:21
Por: Erick Belluci Tedeschi
Aqui está um exemplo para você compartilhar seus lindos códigos escritos com toda a dedicação... rsrs

Você pode mostrar o código do php através de duas funcções:

1. highlight_file(arquivo.php)
2. highlight_string('$string_com_codigo_php')

Obs.: Se você quiser mostrar o código da própria página você pode fazer através da constante mágica __file__ (que se refere a ele mesmo (o arquivo)).

Exemplo do código fonte gerado pelo próprio arquivo:
<?php
 
/* Arquivo de exemplo para mostrar 
   como vc pode mostrar o seu codigo fonte php */
 
highlight_file(__file__);
 
/**
* Classe que descreve uma pessoa
*/
final class Pessoa {
 /**
 * Nome da pessoa
 * @access private
 * @var string
 */
 private $nome;
 
 /**
 * Idade da pessoa
 * @access private
 * @var integer
 */
 private $idade;
 
 /**
 * Peso da pessoa (kg)
 * @access private
 * @var float
 */
 private $peso;
 
 /**
 * Construtor - Instancia um novo objeto Pessoa
 * @param array $dados Array associativo com 
 * o nome, idade e peso
 */
 
 public function __construct(array $dados) {
 $this->nome = $dados['nome'];
 $this->idade = $dados['idade'];
 $this->peso = $dados['peso'];    
 }
 
 /**
 * Metodo magico para descrever a pessoa
 * @return string
 */
 public function __toString() {
 $str = "\nNome...: " . $this->nome;
 $str.= "\nIdade..: " . $this->idade;
 $str.= "\nPeso...: " . $this->peso;
 $str.= "\n\n";
 
 return $str;
 }
 
}
 
$dadosp1 = array(
 'nome' => 'Erick',
 'idade' => '21',
 'peso' => '67.00'
 );
$p1 = new Pessoa($dadosp1);
 
echo $p1;
 
?>
Fonte: ITATUX
 
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Trabalhando com arquivos
Qua, 28 de Janeiro de 2009 20:42
Por: Erick Belluci Tedeschi
Vou demonstrar aqui duas formas muito comuns de manipulação de arquivos em PHP e suas diferenças.

A primeira e mais comum, que o PHP herdou da linguagem C, é através do comando fopen. Onde são passados quatro parâmetros (sendo que o terceiro e o quarto parâmetro quase nunca são utilizados, por isso não irei citá-los): o primeiro parâmetro obrigatório é uma string com o caminho e nome do arquivo que será manipulado, e o segundo é o método de abertura do arquivo, que irá variar de acordo com a funcionalidade do programa que está sendo desenvolvido. A função irá retornar um ponteiro (recurso) para o arquivo que será manipulado, e esse ponteiro será utilizado nas outras funções de manipulação de arquivo.

Exemplo de manipulação com fopen():
<?php
// O símbolo "@" é para suprimir os possíveis erros
$fp = @fopen("arquivo.txt", "r");
 
// Testa se o arquivo foi aberto corretamente
if (!$fp) {
    echo "Nao foi possivel abrir o arquivo.";
    exit(1);
}
// o função feof irá retornar TRUE quando o ponteiro 
// $fp estiver no final do arquivo
while (!feof($fp)) {
    // A função fgets lê 4096 bytes do ponteiro 
    // $fp ou até chegar no final da linha.
    $buffer = fgets($fp, 4096);
    
    // Imprime na tela o linha
    echo $buffer;
}
 
// Fecha o ponteiro do arquivo e evita 
// que o mesmo seja corrompido
fclose($fp);
 
?>

A segunda forma e também a mais fácil é através da função file que recebe como argumento três valores, sendo que os dois últimos são utilizados em casos específicos e por isso não os abordarei aqui. O primeiro argumento passado é o arquivo ou recurso que será aberto. O valor retornado pela função é um array onde cada índice do array é correspondente a uma linha do arquivo.

Exemplo de manipulação com file()
<?php
 
// a função abre o arquivo e retorna em forma de array
$arquivo_linhas = file("arquivo.txt");
 
// loop em todas as linhas do arquivo
foreach ($arquivo_linhas as $linha) {
    // Imprime a linha
    echo $linha;
}
 
?>

Nos dois exemplos o arquivo "arquivo.txt" será aberto, e o seu conteúdo será exibido através do comando echo. A principal diferença entre os dois é que ao abrir o arquivo com o fopen, apenas o valor retornado pela função fgets estará na memória, ou seja, 4096 bytes (4Kb) por iteração do loop; já com a função file a variável $arquivo_linhas terá todo o conteúdo do arquivo, consumindo muito mais memória. Talvez em um arquivo pequeno essa diferença não seja percebida, mas com um arquivo maior a diferença de performance é claramente percebida. É bom lembrar que se o arquivo aberto for muito grande talvez não seja possível ser aberto em virtude da configuração memory_limit do arquivo de configuração do PHP (php.ini).

Cada função tem um propósito diferente, sendo que em alguns casos uma pode ser mais adequada que a outra, a intenção do post foi dar uma explicação genérica utilizando as duas funções e mostrar a principal diferença com relação ao funcionamento de cada uma.

Espero que seja útil!!! t+

Esse artigo e outros podem ser encontrados em ITATUX
 
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Top 10 plugins JQuery para Wordpress
Ter, 27 de Janeiro de 2009 16:47
Por: Renato Tarantelli

Segue uma lista contendo 10 plugins feitos com JQuery para Wordpress sendo alguns de extrema importância e usabilidade para seu blog. Esses plugins são os que eu acredito serem de grande valor, por em alguns deles melhorar a interação do usuário com o blog. Primeiramente vamos a algumas explicações.

JQuery é um framework para ajudar os desenvolvedores a se concentrarem na lógica dos sistemas da web e não nos problemas de incompatibilidade dos navegadores atuais.

Seu lema é escrever menos e fazer mais.

Características

Estão disponíveis plugins adicionais que vão desde efeitos visuais na página da web até controle de dados via ajax.

Uma função escrita em Javascript puro tem uma diminuição nótavel quando reescrita com este framework.

Funcionalidades

Suas principais funcionalidades:

* Resolução da incompatibilidade entre os navegadores.
* Redução de código.
* Reusabilidade do código através de plug-ins.
* Utilização de uma vasta quantidade de plugins criados por outros desenvolvedores.
* Trabalha com AJAX e DOM.
* Implementação segura de recursos do CSS1, CSS2 e CSS3.

Fonte: Wikipédia

Depois de dada algumas explicações, vamos à lista de plugins:
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