Desde o aparecimento do Ubuntu, tem-se notado um crescimento notável de utilizadores de Linux. O fato da Canonical contribuir distribuíndo cds de seu sistema gratuitamento tem ajudado para tanto, que hoje já conta com mais de 10 milhões de utilizadores segunda a Canonical.
Após o lançamento da versão 8.10 no início desse mês já se iniciou o desenvolvimento da versão 9.04 denominada de desenvolto Jackalope com a previsão de lançamento em 23 de abril de 2009.
As melhorias pretendidas para essa nova versão são:
Melhor tempo de boot.
Uma melhor integração com recursos e ferramentas web.
Mudança do sistema de gestão de versões do Ubuntu para o Bazaar.
Veja as datas de lançamento de cada release até o lançamento da versão final:
Ubuntu 9.04 Alpha 1 - 20 de Novembro de 2008
Ubuntu 9.04 Alpha 2 - 18 de Dezembro de 2008
Ubuntu 9.04 Alpha 3 - 15 de Janeiro de 2009
Ubuntu 9.04 Alpha 4 - 5 de Fevereiro de 2009
Ubuntu 9.04 Alpha 5 - 26 de Fevereiro de 2009
Ubuntu 9.04 Alpha 6 - 12 de Março de 2009
Ubuntu 9.04 Beta - 26 de Março de 2009
Ubuntu 9.04 Release Candidate - 16 de Abril de 2009
Gartner: Código aberto em todas as empresas em no máximo 12 meses
Levantamento do instituto aponta que 85% das empresas já são usuárias de software open source e os 15% restantes vão adotar em 2009. Uma nova pesquisa do Gartner mostrou o ritmo de adoção do software de código aberto no ambiente empresarial. Segundo os dados do instituto, 85% das empresas estão usando código aberto e os 15% restantes devem adotar a tecnologia em um ano. O levantamento foi feito entre os meses de maio a junho de 2008, ouvindo 274 organizações na região Ásia/Pacifico, Europa e América do Norte.
No entanto, o Gartner disse que 69% das empresas pesquisadas não possuem uma política formal para avaliar e catalogar a utilização de open source. Isso tem "um grande potencial de criar violações de propriedade intelectual", alerta o instituto.
"Apenas por algo ser gratuito, isso não significa que não tenha custo," disse Laurie Wurster, diretor do Gartner.
"As empresas precisam ter políticas para aplicações em código aberto, decidindo quais áreas terão open source e identificando quais são os riscos associados com propriedade intelectual ao usar o open source. Quando as políticas estiverem estabelecidas, é preciso ter um processo de governança para garanti-las." De acordo com o Gartner, o código aberto está sendo instalado de maneira equivalente tanto em ambientes de missão crítica quanto nos que não são críticos. No data center, o open source funciona?
Razões para adotar open source
As três principais razões para adota open source estão relacionadas com o custo total de propriedade (TCO), custo menor para o desenvolvimento e maior facilidade para começar novas iniciativas usando uma base de código aberto.
"Alguns dos entrevistados disseram que eles também utilizam open source para se protegerem de ter apenas um fornecedor que é ‘dono’ de todo o seu departamento de TI," ressaltou o Gartner. Outros entrevistados disseram que a principal razão de negócios para adotar código aberto estava em um time to market mais rápido para novos produtos e a capacidade de evitar procedimentos e regras de vendas complexas.
Contudo, ter governança no ambiente aberto é o maior desafio para as empresas, seguido pelos termos conflitantes ao ter vários tipos de licenças e formulários.
"Entender quando e como a alternativa aberta deve ser usada é um processo frustrante. Mas essas questões vão ser resolvidas lentamente. A maior popularidade do código aberto vai gerar as mudanças," disse Wurster.
Dúvidas entre qual sistema usar, talvez essa reportagem feita pelo olhar Digital ajude a entender algo que todo mundo já sabe. Ubuntu é o sistema a qual a Microsoft mais tem tido medo, não só pelo fato de já ter acumulado mais de 10 milhões de usuários, isso mesmo mais de 10 milhões de usuários no mundo, mas também por ter opções de aplicações opensource competitivas as aplicações proprietárias para Windows.
Como publicado na Computerworld em 14 abril deste ano e acredito que vale apena relembrar, sete exemplos de idéias de tecnologia que mesmo sendo boas não conseguiram brilhar ou então seguiram por outro caminho.
1. PCs ultracompactos
Ultramobile PCs (UMPC), mobile information devices (MID) ou subnotebooks, são quase indistinguíveis de um bom smart phone. O BlackBerry 8820, por exemplo, com GPS embutido e cliente de e-mail, é um dispositivo melhor do que o Samsung Q1 Ultra.
O Apple iPhone é um computador mais inteligente, empolgante e utilizável do que praticamente qualquer MID, como o novo protótipo da Toshiba. E o OQO tem mais potência do que um UMPC comum, mas a tela é igualmente pequena.
Mesmo os Netbooks tendo hoje uma boa aceitação, ainda não algo de se considerar aceitável perto do que muitas empresas investiram em tecnologia, como por exemplo a Asus com EEPC, tanto os Netbooks como os UMPC ainda não brilharam como era de se imaginar.
Com o lançamento do Windows 7 previsto para meados de 2009, vem aí segundo a Microsoft uma nova era de sistemas operacionais, pois com as critícas que o Windows Vista tem tido, é bom a Microsoft antecipar o lançamento de seu novo sistema, que ao meu ver de 7 (se7en) não tem nada, vamos contar as verões lançadas: 1.0, 2.0, 286, 386, 3, 3.11, NT 3.11 só até aqui já deu 7 e ainda NT 3.5, NT 4, 95, 98, 2000, ME, XP, 2003 Server, Vista, 2008 Server se não faltou nenhum na minha conta 17 seria o número do novo sistema da Microsoft. Sete será que é um número mistíco, pois nos ultimos anos a Microsoft tem perdido muito do mercado, cerca de 5% nos últimos 10 anos que em cifras representa muito. A perda de mercado da Microsoft é tipo pela grande procura de sistemas customizáveis e de alta performance, privilégio que pode ser atribuído ao GNU/Linux.